Ao som de muita surf music e um bom ritmo mexicano vos apresento Sharktopus: meio tubarão, meio polvo e 100% matador.
Tudo começa a partir de uma experiencia cientifica contratada pela marinha americana que queria barrar o tráfico marítimo vindo do ensolarado México. A empresa tem como presidente o Eric Roberts, o cara já foi galã, vilã, concorreu a oscar e globo de ouro acabou parando nessa porcaria de filme, por falta de dinheiro ou juízo. Acho mesmo que a unica coisa boa da vida dele e ser irmão da Julia Roberts mesmo.
Claro que o negócio não ia dar certo, e um aparato tecnológico se solta facilmente deixando o bicho livre para matar. Rumo ao México, o Sharktopus não é parado por ninguém e sai devorando o que vê pela frente vivo, principalmente loiras peitudas gostosas. Não podemos dizer e apesar de tudo ele não tem bom gosto.
O mais divertido de tudo é que a produção do SyFy faz isso com muito amor, pouco dinheiro e nenhum cuidado com o que se faz no que diz respeito a efeitos especiais. Em cada cena o Sharktopus tem um tamanho diferente, os tentáculos parecem mais serem uma homenagem ao Dr. Fantástico, hora do tamanho de uma pessoa, hora do tamanho do mundo.
Nenhum momento você consegue ver o filme e deixar de rir da porcaria que ele te apresenta. Algumas mortes são mais hilárias que filmes de comédia, a se destacar a morte do bungee jump e a da caçadoras de moedas, se tem curiosidade arrume um jeito de ver.
Todos os atores nunca devem ter frequentado nenhuma escola de atores. o jeito que cada um morre mais parece dança de música baiana do que um sofrimento mortal. Sempre os braços pro alto, chacoalhando mais que bonecão do posto e aos gritos sem sofrimento algum.
Pra encerrar, tudo termina como começou, mal feito. O Sharktopus nada rio acima e é encurralado, sofrendo um ataque com uma explosão mais sem sangue que já vi na vida.
Produção da The Asylum e o canal Syfy é sempre a maior diversão.



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